Você sabe por que o MEI também deve registrar sua marca? Deixe um comentário

O microempreendedor individual começa assumir um papel ainda mais importante no Brasil após a crise provocada pela pandemia de Covid.

Preste atenção neste dado: já existem mais de 10 milhões de MEIs no Brasil, conforme aponta estudo realizado pelo Sebrae.

O objetivo do registro da marca do MEI é dar proteção ao negócio, principalmente quando a idéia é expandir as atividades.

Como registrar a marca do MEI ajuda no crescimento do negócio

O registro da marca pode ajudar nesse processo de expansão, pois a marca vai ser mais um ativo patrimonial do negócio.

Você sabia que a marca também é avaliada? A ela á atribuída um valor patrimonial que passa a compor o ativo da empresa, a este processo dá-se o nome de Valuation.

Em outras palavras, Valuation é a ferramenta utilizada para entender o valor do seu negócio, para a partir daí definir estratégias para melhorar o posicionamento no mercado, dentre outras finalidades.

Assim, o registro da marca permite a sua valorização, pois ela será avaliada juntamente com o restante do patrimônio da empresa, por esta razão é importante manter a sua MEI organizada do ponto de vista contábil.

É claro que diversos fatores influenciam no sucesso da sua MEI, a começar por um boa gestão e delimitação do capital social, controle financeiro, estratégia de marketing etc.

Mas o registro da marca do MEI, sem dúvida favorece o crescimento, e através dela e da identidade visual adequada, é possível melhorar a comunicação com o seu público alvo.

Ainda não se convenceu dos benefícios de ter uma MEI?

Para você que tem vontade de empreender, seja por necessidade ou porque escolheu o empreendedorismo como opção, ter uma MEI é uma ótima alternativa.

Muitos potenciais clientes precisam da emissão da nota fiscal, essa é uma realidade sem volta, pois com o avanço tecnológico, a Receita Federal vem informatizando cada vez mais o processo de fiscalização on line, exemplo disso são o e-Social, SPED etc.

A empresa cliente vai exigir nota pois não quer correr o risco de sofrer uma autuação fiscal, ter que pagar multas e ainda ter dificuldade em obter certidões como a Certidão Negativa de Débitos Fiscais, por exemplo.

Os custos de manutenção da MEI são baixos e atualmente é de no máximo R$ 57,95 mensais a depender da atividade exercida e impostos incidentes.

Além disso, o tipo societário pode ser alterado posteriormente, conforme o negócio cresce, e a qualquer momento o MEI pode fazer a transição para se tornar uma Microempresa.

Perspectivas do empreendedorismo no Brasil

O futuro do empreendedorismo é promissor, pois cada vez menos as empresas de maior porte têm condições de oferecer empregos com bons salários e benefícios, talvez não porque elas não queiram, mas pelo contexto tributário, dentre outros fatores.

Pensando neste cenário, dá até para apostar que existe uma forte tendência de crescimento do empreendedorismo no Brasil, e que os pequenos negócios vão fazer a economia girar nesse momento de crise.

É possível que daqui em diante, haja uma pulverização das atividades em pequenos negócios, isso já ocorre, em certa medida nas comunidades mais carentes, em que as pessoas precisam buscar meios alternativos de subsistência.

Conclusão

Concluindo, os custos de manutenção da MEI são baixos, e de quebra permite o acesso ao sistema previdenciário, ou seja, você passar a ser segurado, podendo receber benefícios como auxílio-doença e salário-maternidade.

No entanto, será preciso investir tempo, ser criativo, ser persistente, ter estratégia e foco no cliente. Mas pense pelo lado positivo, o tempo vai passar de qualquer forma e se você não investir no negócio, na marca etc., não irá colher os frutos depois.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco! Comente e compartilhe essas informações!

Sobre as autoras:

Samaira Siqueira, é advogada e doutoranda em propriedade intelectual, iniciou sua carreira atuando com inovação tecnológica e como estagiária em agências e escritórios de renome nas áreas de inovação e propriedade intelectual. Atuou ainda em órgão público na área de transferência de tecnologia. Mestre na área, agora cursa o doutorado profissional. Já ajudou dezenas de empreendedores em questões envolvendo propriedade intelectual. Atualmente sócia da Lummiê PI.

Gabriela B. Maluf é CEO & Founder da Thebesttype, escritora, advogada com 15 anos de experiência, especialista em Compliance Trabalhista, Relações Trabalhistas, Sindicais e Governamentais, Direito Público e Previdenciário, articulista, palestrante com mais de 200 eventos realizados e produtora de conteúdo técnico otimizado em SEO. Atualmente ajuda empresas e profissionais a produzirem conteúdo relevante para seus negócios.

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